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Além do critério ambiental, os edifícios sustentáveis também geram vantagens para as pessoas que os utilizam
Quando se fala em edifícios comerciais sustentáveis, é comum pensar primeiro em eficiência energética, reaproveitamento de água, gestão de resíduos e redução dos impactos ambientais. Esses são, de fato, aspectos importantes. Mas a sustentabilidade de um empreendimento também é percebida na forma como ele influencia a saúde, o conforto e o bem-estar das pessoas que utilizam seus espaços diariamente.
Considerando que passamos grande parte do dia em ambientes fechados, a qualidade desses espaços tem relação direta com a experiência cotidiana. Em um escritório, por exemplo, fatores como qualidade do ar, iluminação, temperatura, acústica e contato com áreas verdes contribuem para tornar a rotina mais confortável e saudável.
Para muitos, a preocupação com a arquitetura se limita exclusivamente aos quesitos estéticos. Cada vez mais, porém, fica claro que o investimento nesta área gera outros benefícios para a saúde de maneira global. No caso das empresas, esse cuidado e a atenção se refletem em mais produtividade, menos absenteísmo e pessoas mais felizes e saudáveis.
Da qualidade do ar ao controle de ruídos e temperatura, há, basicamente, quatro pontos principais a serem incrementados em edifícios sustentáveis, segundo a certificação GBC Life, do Green Building Council.
Costumamos pensar na poluição como uma questão unicamente externa: é como se o ar respirado dentro de casa não sofresse com os fatores do exterior e não fosse influenciado por aquecimento inadequado, uso de tintas com químicos, fumaça, vapores, entre outros.
Os dados da Organização Mundial da Saúde apontam que quase toda a população mundial (99%) respira ar que excede os limites de qualidade estabelecidos, com altos níveis de poluentes. Investir em mecanismos para arejar o ambiente e cuidar com a exaustão de fumaças e gases é fundamental, mesmo internamente.
A incidência solar é benéfica tanto do ponto de vista físico quanto mental.
A presença de luz solar auxilia na regulação do ritmo circadiano, a variação de funções biológicas conforme o andamento do dia. Sem a presença adequada de luz, afeta-se a qualidade do sono, um dos aspectos primordiais para uma vida saudável.
Para as empresas, já há comprovação de que a iluminação interfere na produtividade e no desempenho dos colaboradores – e, consequentemente, da organização como um todo.
A exposição constante aos ruídos é responsável por ampliar o estresse, que reflete em outros aspectos da saúde. As doenças respiratórias também se tornam mais comuns em ambientes mais úmidos e frios, convidativos para a presença do mofo. Por isso, os isolamentos térmico e acústico dão mais conforto e tranquilidade a todos.
A presença de sintomas como dores de cabeça, cansaço, olhos secos, alergias e asma podem ser atribuídas à chamada “Síndrome do Edifício Doente”.
Até mesmo o NHS, o SUS do Reino Unido, aborda essa condição, que é mais comum em construções antigas, que não tinham a mesma preocupação com esses aspectos do que os projetos mais modernos.
Em geral, a causa desses problemas está relacionada à baixa ventilação, à falta de manutenção de sistemas de ar-condicionado, à poeira e à fumaça e à luz cintilante.
A relação entre sustentabilidade e saúde não deve ficar restrita aos ambientes internos.
Paisagismo, jardins, terraços, floreiras e áreas externas de convivência proporcionam aos colaboradores espaços para pausas e momentos de contato com a natureza durante a jornada de trabalho.
Além de contribuírem para a percepção de conforto e para a qualidade estética do empreendimento, áreas verdes ajudam na criação de ambientes mais agradáveis e na integração entre a arquitetura e o entorno.
Da mesma forma, bicicletários, áreas comuns e de circulação bem planejadas e espaços que favorecem a convivência estimulam uma utilização mais dinâmica do edifício.
Os edifícios são parte importante do cotidiano das cidades. Eles concentram pessoas, empresas, serviços e atividades econômicas. Por isso, suas características produzem efeitos que vão além dos limites do próprio terreno.
Quando um empreendimento incorpora soluções sustentáveis, os benefícios são ambientais, econômicos e sociais. O uso mais racional de recursos naturais caminha junto com a criação de espaços mais confortáveis e saudáveis para seus ocupantes.
Um dos caminhos mais simples para optar por um espaço com essa característica é a busca pelos selos de certificação, como a LEED (Leadership in Energy and Environmental Design).
O Neo Corporate tem certificação LEED Gold. Entre suas vantagens, destaque para a redução de consumo de água, de energia e uso de materiais e tecnologia com baixo impacto ambiental. O edifício ainda conta com vidros de fachada que permitem a entrada de iluminação natural, mas refletem o calor e ares-condicionados não poluentes.
O JG 1698 obteve a certificação LEED Platinum. Entre os diferenciais do empreendimento, é possível destacar as salas com sacadas e floreiras com irrigação automática e sistema de ar condicionado com renovação, entre outros.
Quer saber mais sobre os diferenciais dos nossos edifícios sustentáveis? Conheça os empreendimentos e acompanhe as novidades do blog.
(Foto: Fachada do JG 1698)

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