19 setembro 2022

Como o pós-pandemia está afetando os escritórios físicos?

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Como o pós-pandemia está afetando os escritórios físicos?

Novos ambientes de trabalho estão se tornando pontos de apoio para outras atividades além do trabalho diário. Es os escritórios físicos tem se tornado um diferencial

Depois de mais de um ano de isolamento social, muitas empresas perceberam as possibilidades ofertadas pelo home office, mas sem deixar de lado os escritórios físicos. Como demonstramos neste artigo, os ambientes disponibilizados pelas empresas se tornaram um ponto de apoio fundamental para as iniciativas de trabalho híbrido – facilitando até mesmo a rotina do home office.

De certa forma, é como se as organizações tivessem um novo olhar sobre os escritórios físicos. Ficou nítido que boa parte dos colaboradores consegue atingir os níveis exigidos de produtividade longe desses ambientes, por isso há um grupo que gostaria de estar nesses locais com uma frequência menor do que a diária, diferentemente do que ocorria no período pré-pandemia.

Uma nova relação com o trabalho

O que se percebe agora é um novo olhar sobre os escritórios físicos e até mesmo na relação de trabalho. Muitas organizações notaram que, mais do que controlar o tempo dos seus colaboradores, o foco deveria estar em sua capacidade produtiva.

Jornadas de trabalho pautadas exclusivamente no tempo devem perder força em diversos segmentos, como o de tecnologia, marketing, entre outros. Torna-se mais simples gerenciar equipes e pessoas pelo cumprimento de deveres e o andamento de projetos do que pelo tempo despendido em frente ao computador.

Os escritórios físicos ganham um novo conceito e relação para os colaboradores e para a própria empresa. Nesse sentido, muitas companhias estão mantendo os escritórios físicos com objetivos bastante claros:

– Inovação e colaboração – No home office, as pessoas passam a maior parte do seu tempo sozinhas. Quando vão aos escritórios físicos, o objetivo é “confraternizar”, o que abre espaço para a troca de ideias sobre os processos relacionados ao trabalho. Parte das inovações ocorre em conversas nos corredores ou cafés e não em meio às reuniões.

– Cultura empresarial – Muitas vezes, a presença no escritório em menor volume auxilia a reforçar bons hábitos incentivados pela empresa, sejam os relacionados ao trabalho propriamente dito quanto aos relacionados à vida pessoal. Colaboradores que se sentem mais próximos da empresa tendem a ficar mais tempo, facilitando a retenção de talentos – isso é mais fácil em escritórios físicos.

– Estrutura adequada – Se há aqueles colaboradores que não trocam o home office por nada, existem os que preferem ir ao escritório físico. Os motivos são variados: estrutura de internet, menos distrações, melhor rendimento, mobiliário adequado, além da separação entre o tempo dedicado à empresa e à família, nosso próximo ponto a ser abordado.

– Separar vida pessoal e profissional – Não é só a estrutura dos escritórios físicos que conta: para muitas pessoas, trabalhar de casa impede o estabelecimento de um limite entre a vida pessoal e profissional. Nesse caso, para esse perfil de profissional, um maior volume de trabalho na sede da empresa tende a ser muito efetivo para preservar a saúde mental e a capacidade produtiva.

Escritórios físicos: novo layout

Diante dos pontos mencionados anteriormente, percebe-se uma nova tendência a respeito dos escritórios físicos. Como é muito provável que a maioria dos colaboradores não esteja ao mesmo tempo na empresa, como ocorria no período pré-pandemia, há algumas questões a serem consideradas, como o layout.

Em um primeiro momento, o reposicionamento visava questões de segurança, como o distanciamento entre as pessoas, mas o que se percebeu é que o foco deverá ser diferente. Em busca da inovação e da colaboração, muitos dos espaços devem ser pensados para fomentar a interação entre as pessoas, visando a troca de experiências.

Outro aspecto que deve ser incentivado pelas empresas são os chamados “ambientes de descompressão”. Em suas casas, muitos trabalhadores conseguiam aliviar a pressão da rotina de trabalho em atividades desconectadas do trabalho, como videogames, jogos, áreas externas, entre outros. É possível pensar em locais como esse, tentando replicar essa vantagem do home office.

A ideia é que essa humanização se adeque às características da própria empresa. Existem ambientes e segmentos de trabalho mais formais ou informais, e cabe ao negócio determinar qual a melhor forma de estruturar esses espaços respeitando esse novo critério, a exemplo do artigo em que tratamos do mobiliário de um escritório físico.

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